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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Tipo de frases

 Depois de termos estudado os sinais de pontuação e a sua importância na expressão escrita, trabalhámos os tipos de frases: tipo declarativo, tipo interrogativo e tipo exclamativo.


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Transcrever e escrever textos......

Transcrever, pequenos textos, em letra de imprensa, utilizando o teclado de um computador, aprender algumas funções simples do tratamento de um texto, foi o que nos propusemos fazer. Para isso, fomos para a Biblioteca, usámos os computadores e iniciámos este novo percurso. 







quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Se eu fosse... muito alto

Hoje, relembrámos algumas regularidades no funcionamento da língua, a concordância das palavras na frase (os determinantes artigos definidos e indefinidos e os nomes próprios e comuns).
De seguida, lemos o livro “Se eu fosse muito alto”, de António Mota. Um livro que convida o leitor a entrar no mundo da fantasia, estimulando-o para a sua própria imaginação. E aproveitando esses estímulos, solicitámos aos “Companheiros” que fossem criativos e que, ao jeito de António Mota, escrevessem uma frase, para o título “Se eu fosse muito pequenino …” As frases já estão escritas, falta fazermos a sua revisão, ordená-las e ilustrá-las! 

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

O Elefante cor-de-rosa

Iniciámos o estudo da obra O Elefante cor-de-rosa, de Luísa Dacosta.I Com atividades de pré-leitura levamos os alunos a imaginarem o título da história, a capa, personagens possíveis. Apresentámos o livro e os alunos compararam a capa do livro com a que eles imaginaram acentuando as semelhanças, caso existissem e as diferenças. Analisámos e explorámos os elementos paratextuais. De seguida, lemos uma pequena sinopse pela qual os alunos obtiveram mais alguma informação sobre a história que lhes permitia preencher um plano da história que durante a leitura os alunos poderão confirmar, ou não. Falámos ainda sobre a personagem – o elefante – do seu habitat e alimentação.
Na próxima sessão iniciaremos a leitura da história.






quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Rimar a brincar - O ABC da SE3

Depois de lermos o poema Abecedário sem juízo, de Luísa Ducla Soares, o que muito divertiu os “Companheiros”, partimos nós também à procura de imaginação e criatividade, à maneira de Luísa D. Soares, para criarmos o abecedário sem juízo da SE3. Foi vê-los divertidos, a fazerem cada um o seu verso e quando fizemos a primeira leitura…houve gargalhadas à mistura como não podia deixar de ser!

Abecedário sem juízo da SE3

A é a Adriana, põe o pé numa banana.
A é a Ana Beatriz, tira macacos do nariz.
A é a Ana Carvalho, que dança com o alho.
B é a Beatriz, que caçou uma perdiz.
C é a Carolina, come casca de tangerina.
D é a Diana, que vai numa caravana.
F é o Figueiredo, que chupa muito no dedo.
G é o Gabriel, que baloiça no cordel.
G é o Gonçalo, que namora com o galo.
I é a Iara, que hoje não lavou a cara.
I é o Isaac, a trincar a madeira do caiaque.
J é o João, que mete salsicha no melão.
L é a Lara, que tem pelo na cara.
L é a Lara Romão, que dá beijinhos ao cão.
L a Leonor, que cheira muito vapor.
M é a Maria Lara, põe o creme na arara.
M é a Maria, que põe o pé na bacia.
M é a Mariana, que voa numa liana.
M é o Miguel, que tem cabeça de papel.
R é a Raquel, que namora com o pincel.
R é o Rodrigo, tira o cotão do umbigo.
S é o Simão, dá pontapés no balão.
S é a Sofia, que dorme com afia.
T é o Tiago, que faz xixi no lago.
T é o Tomás, que engole o ananás.
V é o Vasco, que tem o corpo de frasco.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

O inverno

Depois de termos trabalhado a área vocabular de inverno, através de uma tabela organizamos as ideias para escrevermos um texto informativo sobre o inverno, ou seja, fizemos a planificação para o nosso texto. Em seguida, de forma coletiva fomos construindo o nosso texto. No final, fizemos a revisão do texto e copiámo-lo para o nosso caderno.




quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Texto narrativo

A narrativa “O Castanheiro e o junco”, levou-nos a iniciar a introdução do texto narrativo. Com os parágrafos “desorganizados” os “Companheiros tiveram que organizá-los de modo a organizarem o texto. A partir do texto organizado, fizemos a sua exploração e trabalhámos as três partes que constituem o texto narrativo: A introdução, o desenvolvimento e a conclusão.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

O Pinto Borrachudo

 Terminámos o mês de novembro com a leitura do conto “O Pinto Borrachudo”, de Adolfo Coelho. Trabalhámos a leitura e a compreensão através de uma ficha de trabalho. No final, cada aluno escolheu a situação que mais o cativou do conto e ilustraram-na.


 

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Escrever em conjunto para aprender a escrever

Aprender a escrever é um processo muito lento e longo que implica o conhecimento de várias ações ligadas à sua planificação, textualização e revisão. Escrever em conjunto (texto coletivo) é uma atividade facilitadora no processo, pois permite a interação dos alunos, a apresentação de propostas, a confrontação de ideias e opiniões, a tomada de decisões, a procura de alternativas, entre outras. Como já referimos é um processo moroso e muito complexo.
Nas últimas aulas elaborámos mais uma atividade de escrita, a variedade de texto foi o informativo expositivo e trabalhámos, de forma coletiva, o ensino do processo (planificar, por em texto e rever). O tema escolhido foi  “os animais”.
Fizemos a ativação de conhecimento sobre o tema (chuva de ideias), selecionámos e organizamos em categorias os conteúdos resultantes da chuva de ideias e escrevemos o texto de forma colaborativa.

Depois de várias revisões (alterações, melhoramentos) o texto ficou assim.

                                                       Os animais
          Os animais são seres vivos: nascem, crescem, vivem, reproduzem-se e morrem. Se vivem perto do homem são domésticos e os que têm o seu habitat na floresta são animais selvagens.
         Alguns alimentam-se de carne e peixe, são os animais carnívoros. Os que comem erva são herbívoros. Outros são omnívoros porque comem de tudo. Alguns animais domésticos comem ração. Os que nascem da barriga da mãe alimentam-se de leite. Todos os animais necessitam de água.
       Eles deslocam-se conforme o local onde vivem, se vivem na terra podem rastejar, andar, correr e saltar. Se viverem na água nadam e se viverem no ar voam.
           Quanto à reprodução se nascerem por ovos chamam-se ovíparos e se nascerem da barriga da mãe são vivíparos.
         Os animais são muito úteis para o homem, dão-nos o leite,  a carne, a lã, os ovos e a pele, outros servem para nos fazerem  companhia,  outros protegem-nos, ajudam-nos nos trabalhos agrícolas e transportam-nos para sítios difíceis.
         Devemos tratar bem os animais respeitando-os, dando-lhes carinho e conforto. 
                                                                         texto coletivo SE3

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Regularidades no funcionamento da língua

Continuámos a trabalhar a flexão dos nomes (em género e número). Formar singulares e plurais dos nomes que seguem a regra geral (acrescentar-se –s); e formar femininos e masculinos de flexão regular (de índice temático –o ou –a).

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Texto instrucional

Os textos instrucionais fazem parte da nossa vida quotidiana. Para a sua compreensão são mobilizados um conjunto de processos cognitivos em que a atenção seletiva tem um papel determinante.
Depois de vermos a confeção do doce de marmelo, fomos para a sala de aula e falámos deste tipo de texto, demos a noção e a sua estrutura (título, ingredientes e modo de preparar). Em seguida, escrevemos o texto instrucional “Doce de marmelo”, ou seja, redigimos a “nossa” receita. Os “Companheiros” iam dizendo os “Ingredientes” e, depois, de forma sequencial o modo de prepará-los. 





terça-feira, 11 de outubro de 2016

Os nomes

Partindo do poema “Os nomes”, de Maria Alberta Menéres, falámos da importância dos nomes e demos a sua noção a nível gramatical.
Depois da leitura do poema, trabalhámos esta classe de palavras e através da atividade “quem sou eu”, em que era lida uma frase em forma de adivinha e que os companheiros tinham que dar a resposta fazendo a correspondência e escrevendo o nome respetivo.
No final, à maneira de M. Alberta Menéres, construímos um texto coletivo e ao qual demos o título “Os nomes da SE3”.





segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Sonho poético

Continuámos a explorar o livro “Ou isto ou aquilo”, de Cecília Meirelres, e sonhámos um pouco com o poema “O sonho e a fronha”. Iniciámos com a audição do poema cantado por Lena D’água, seguido da leitura do poema.
Explorámos a sua estrutura, o vocabulário, escrevemos sinónimos e oralmente cada aluno deu a seu conceito de “sonho”.
O texto proporciona-se para relembrar o dígrafo “nh” e explorámos algumas palavras do poema para as ilustrarmos e escrevermos algumas frases. Reforçámos este dígrafo vendo um vídeo de um outro poema da mesma autora com o título “A língua do nhem”, que muito divertiu “os Companheiros”.





sexta-feira, 7 de outubro de 2016

O outono II

Depois de termos feito a chuva de ideias e de termos selecionado e organizado a informação obtida numa grelha, formando um mapa semântico, hoje, coletivamente, com as palavras que estavam no mapa semântico formávamos frases e o professor escrevia-as no quadro e pouco a pouco o texto ia surgindo, respeitando o tema e a planificação que tínhamos preparado. No final, copiámos o texto para o caderno.





segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Outono

Relembrámos e (re)ouvimos o conto “Viva o outono”, de Carlos Pinhão, visualizámos um vídeo de outono e, inspirados por estes dois regursos, elaborámos uma chuva de ideias e, no final, fizemos a seleção e organização da informação da chuva de ideias formando um mapa semântico que será a base para a construção de um texto informativo.





quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Valor do X

A complexidade das relações som-grafema leva a que, em termos de aprendizagem, os alunos tenham que: i discriminar os sons que fazem parte da palavra; ii saber como esses sons podem ser transcritos; iii selecionar, de entre as várias formas de representação possíveis  para esses sons.
Hoje, iniciámos os valores do X, em que a sua decifração implica reconhecer os vários sons que a representam (z, s, cs, ch, is) e que numa fase inicial é muito complexo para a criança e que as dificuldades são muitas, tanto para a decifração como para a escrita onde as dificuldades ortográficas se complicam. A via fonológica (via direta) e a via lexical (via indireta) ajudará a criança a superar essas dificuldades.



sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Construir a competência ortográfica

A descoberta do princípio alfabético e a capacidade de representar os sons da fala pelas letras não esgotam o percurso de aprendizagem da forma escrita das palavras. Para efetuarmos esse percurso com êxito, ou seja, para a criança não dar erros é necessário que ela faça mais algumas conquistas na sua aprendizagem, assim ela tem que diferenciar os sons que integram as palavras (consciência fonémica); saber como esses sons podem ser transcritos; e decidir, em muitos casos, entre várias formas de representação existentes na escrita para esses sons, escolhendo a que está de acordo com a regra ortográfica.
Este é o desafio que temos à nossa frente e que já iniciámos.
Nesta semana trabalhámos o som [s] e as várias formas de o representar <s>, <ss> ou <ç> e as respetivas regras ortográfica.