quarta-feira, 8 de março de 2017

Um concerto na Floresta

Sabemos que a aprendizagem da escrita é um processo lento e longo, pelo que deve ser objeto de ensino no início da escolaridade. Não podemos esquecer que esta matéria deve proporcionar uma prática intensiva e incidir sobre o seu processo – planificação, textualização e revisão.
Temos vindo a proporcionar aos "Companheiros" este caminho longo, pondo-os em contacto com uma diversidade de géneros textuais.
Hoje, iniciámos o género narrativo e como achámos que a sua aprendizagem requer um ensino sequencial de todo o seu processo e começámos por identificar a estrutura de uma narrativa.
Para ajudarmos na planificação, usámos algumas cartas onde estavam representados os vários componentes da narrativa (a personagem principal, o tempo, o espaço, a missão e também outras personagens que ajudam ou complicam a ação da personagem principal a ter êxito ou a fracassar), ordenámo-las seguindo a estrutura da narrativa (introdução, desenvolvimento e conclusão) e, seguidamente, de forma coletiva os “Companheiros” foram construindo a história que as cartas ditavam. Ao longo da narrativa íamos dando conselhos de forma a enriquecerem o texto a nível vocabular, estimulando os alunos a usarem adjetivos. Terminada a composição fizemos a revisão e deram um título à história.

Um Concerto na floresta

Era uma vez um lobo cantor, muito magro, que vivia na floresta verdejante e sombria.
Certo dia,ele ficou doente da vóz e foi procurar a planta que cura junto das margens do rio Encantado, onde costumavam germinar.
Quando encontrou uma planta e se preparava para a colher, apareceu uma serpente enorme, amarela com manchas castanhas, que guardava a planta da cura. O lobo teve medo e foi pedir ajuda ao Sábio da floresta.
Quando o encontrou, o Sábio disse-lhe como havia de fazer. O lobo cumpriu as indicações e comeu a erva da cura.
No dia seguinte, o lobo deu um concerto para todos os habitantes da floresta.
                                                                                                                 Texto coletivo SE3




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